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Porque é tão difícil procurar ajuda psicológica? Parte 3 de 3

Essa é a última publicação da série que destaca as principais dificuldades de procurar ajuda psicológica. Caso não tenha visto os d...

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terça-feira, 8 de março de 2016

O que é Psicoterapia Breve?


Psicoterapia é um processo que requer tempo, entretanto em alguns casos é possível trabalhar  de forma focada com um determinado número de sessões.

Antes de pensar o que é Psicoterapia Breve, vamos lembrar o que é um processo de psicoterapia.

Psicoterapia é um processo o qual tem como objetivo promover a saúde mental. No processo de psicoterapia ocorrem elaborações de conflitos, sintomas e transtornos mentais. Há diálogo entre profissional da psicologia ou da psicanálise e o paciente. Parece simples, porém há muita complexidade,  está envolvido um paciente procurando respostas e melhora emocional, e do outro o profissional buscando com vasto conhecimento necessário ajudar aquele paciente que é único com suas questões.

 
Quanto tempo demora um processo de psicoterapia?




A duração do processo de psicoterapia varia. Pode durar anos ou apenas meses.
São muitos fatores que determinam a duração do processo de psicoterapia:  objetivo do paciente, o nível de motivação, empenho, capacidade de elaboração, desempenho cognitivo, conflito, sintoma, transtorno, o conhecimento e a habilidade do profissional, se é uma situação crônica, se há apoio da família e amigos entre outros. O término pode partir do próprio paciente a qualquer momento que desejar ou por ele mesmo já se sentir confiante para prosseguir sem a terapia.

Caso a procura de ajuda psicológica seja crise no casamento, se os fatores mencionados acima forem favoráveis, o processo pode ser concluído em meses, o paciente pode escolher continuar a terapia e tratar outras questões ( isso ocorre com muita frequencia) ou terminar o processo.

Segundo FREUD:

“[...]término de uma análise acontece quando o paciente deixa de sofrer seus sintomas, superando suas ansiedades e inibições; também quando o analista julga que foi tornado consciente tanto material reprimido, que foi explicitada tanta coisa inteligível, que foram vencidas tantas resistências internas que não há necessidade de temer uma repetição do processo patológico em apreço[...]”
 

Mas, afinal então o que é Psicoterapia Breve?




É similar a psicoterapia, a grande diferença é que a Psicoterapia Breve irá focar em um determinado conflito, sintoma ou situação.

Na psicoterapia o paciente mesmo com um problema central que o motiva a ir ao processo terapêutico não é focado somente neste problema é falado tudo o que o paciente tem vontade de falar.  

Na psicoterapia breve é proposto focar em uma questão problema e todo o processo tem como objetivo de melhorar a questão problema proposta.

No primeiro momento há  entrevistas e a fase de diagnóstico, que é preciso para compreender a psicodinâmica do paciente e o conflito central do mesmo. Após este processo é possível acertar um número de sessões para elaborar determinado conflito do paciente.

Coloco aqui a citação do Mauro Hegenberg, psicanalista especialista em psicoterapia breve (na linha psicanalítica).

“A Psicoterapia Breve psicanalítica não tem compromisso com a eliminação do sintoma, mas
com o esclarecimento do foco, procurando propiciar auto-reflexão, possibilitar a
comunicação. O foco é um acordo, um plano inicial de trabalho, uma forma de o terapeuta
informar ao paciente que ele entendeu seu problema atual, que está ciente da razão pela
procura da terapia.''

Exemplos de atendimento em Psicoterapia Breve






 A aplicação de Psicoterapia Breve Operacionalizada em mulheres em situações de violência doméstica foi importante ter esse pronto atendimento em uma situação de emergência, trouxe a conscientização da violência. São mulheres em situação vulnerável e com muita dificuldade de sair dessa situação, nem sempre tem recursos para manter um processo longo de atendimento e precisam se estabilizar emocionalmente para conseguir lidar melhor com a situação que se encontram.

Pessoas que não tem motivação para iniciar um processo de psicoterapia longo e querem sair de uma crise ou tratar apenas um determinado conflito também poderá se beneficiar da Psicoterapia Breve.

Mais exemplos


Antes de ir fazer uma cirurgia importante
Decidir entre esposa e amante
Decisão de escolha profissional diversas
Separação
Desemprego 
Lidar com a ansiedade


Existem vários tipos de psicoterapia breve cito alguns:

Terapia Breve Operacionalizada.
Terapia Breve Estatística
Terapia Breve Congintivo-Comportamental
Terapia Focada na solução
Terapia Narrativa
Ou simplesmente Psicoterapia Breve ( que há vários linhas teóricas que compreendem essa modalidade de atendimento).

Pode ser realizada individualmente, casais, família ou em grupo.

 Preconceitos

Não é porque é uma psicoterapia Breve que é uma psicoterapia superficial.
Há um vasto conhecimento e pesquisas para desenvolver as técnicas da psicoterapia breve.
E há muitos estudos que confirmam que o atendimento nesta modalidade promoveu mudanças duradouras e significativas aos pacientes.
Antes de fazer de iniciar o processo de psicoterapia breve são feitas entrevistas e partir delas um diagnóstico que permite traçar o objetivo da Psicoterapia Breve.




Quem pode fazer Psicoterapia Breve?

Realmente não é recomendado para todos os pacientes. Há fatores importantes que são necessários para que seja possível ter essa modalidade de atendimento.
Essa avaliação é feita pelo profissional especializado na área. Se o paciente está bem motivado é um ótimo fator determinante para se beneficiar da psicoterapia breve, consulte um profissional.

Esta publicação não tem fins terapêuticos é meramente informativa.

VEJA TAMBÉM:

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Dicas para melhorar a autoestima

 

 






terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Como o psicólogo não leva os problemas dos pacientes para casa?

Este é o segundo texto da série de perguntas dos leitores.

Imagem da internet
Antes de começar preciso esclarecer uma questão técnica importante. Sou psicóloga com orientação psicanalista, e o conteúdo a seguir está baseado nesta orientação profissional.  Há várias abordagens de psicologia e com isso outras formas de trabalhar. 

Então vamos lá!

No processo de psicoterapia nem sempre o paciente só desabafa seus problemas ele pode apenas procurar desenvolver habilidades sociais para melhorar seu desempenho no trabalho, por exemplo, mas, a grande maioria realmente chega com conflitos ou com alguma patologia e diariamente ouvimos esses conflitos, dificuldades e os problemas dos pacientes.

Foi me perguntado como é que eu consigo lidar com os problemas dos pacientes e não pegá-los para mim?
 
A postura do profissional no momento da psicoterapia deve manter o máximo de neutralidade possível, porém, é certo que manter a neutralidade totalmente é impossível. Antes de ser profissional da psicologia somos humanos, com nossa história de vida, nossos valores, opiniões assim como todos. Entretanto, é um exercício constante ao olhar para o paciente que está diante de nós de uma forma diferenciada, ouvir até mesmo o que ele não diz, observar a linguagem corporal e tudo isso com respaldo de conteúdos científicos do comportamento humano. Esse movimento que o psicólogo faz de olhar de forma diferenciada já nos ajuda um pouco a nos distanciar, de certa forma, para a ajudar o paciente a conseguir identificar os conflitos internos e elaborá-los. 

Um dos objetivos da psicologia é promover o bem estar emocional e com esse objetivo em mente ficamos focados.

Mas, só isso não é realmente o suficiente. Ressaltando nós somos humanos, é possível nos identificar com a dor do outro e sofrer junto com ele. Por isso nós também precisamos ter a nossa análise ou psicoterapia pessoal.

Sim, psicólogo pode e até deve (especialmente dentro da orientação psicanalista) fazer psicoterapia.

Imagem da internet

A imagem acima retirada da internet ajuda um pouco no tema. No momento que o psicólogo olha para o paciente, como não estamos mergulhados nas emoções que o outro está sentindo e com o conhecimento técnico que temos observamos os conflitos de forma diferente do paciente, mas, se nós tivermos sem cuidar da nossa saúde mental, podemos afetar o atendimento.

Imagine esse exemplo:

Atendimento de um paciente que está com dificuldades de lidar com a traição do cônjuge. Caso o psicólogo já tenha passado por isso, mas não conseguiu elaborar e lidar com essa situação, tem maior dificuldade de orientar o paciente. Neste caso pode, ficar do lado de quem o psicólogo se identificar e prejudicar todo o atendimento. Mas, se ele passou por isso e conseguiu, inclusive com ajuda psicológica, lidar com essa questão, terá maior condição de ajudar o paciente.

Para conseguir ouvir e não se misturar com os problemas do paciente, ou virar o grande defensor do paciente entre outros comportamentos não adequados para um profissional da psicologia ético é necessário fazer a própria psicoterapia e ainda supervisão.


As três principais características para ser um ótimo profissional da psicologia são:

1. Conhecimento técnico (teoria fundamentada reconhecida cientificamente).

O psicólogo sempre terá que estudar para se atualizar. O ser humano está em constantes mudanças. O psicólogo ainda produz conhecimento a partir dos conhecimentos científicos já publicados e da experiência diária. Afinal os conhecimentos já realizados partiram de experiências do dia a dia que foi testada e estudada mais profundamente e fundamentada. Portanto, é nosso papel continuar estudando e coletando dados com as mudanças do comportamento atual e enriquecer ainda mais nosso conhecimento disponível na área.

2. Análise pessoal (ter o próprio processo de psicoterapia).

 Para olhar para o outro precisa saber sobre de você mesmo. Ajuda a não se envolver com o problema de pacientes. Para ajudar o outro precisamos estar bem.
3. Supervisão. (Outro profissional mais experiência revisando e orientando o atendimento).

Especialmente no início de carreira é necessário ter supervisão, com o tempo a supervisão vai diminuindo a frequência. Mas, dependendo do caso mesmo os profissionais mais experientes ainda solicitam supervisão.

 É possível levar o problema do paciente para casa, mas isso deve ser devidamente bem cuidado para não afetar o processo de atendimento.

Há alguma pergunta que gostaria de fazer para um psicólogo? Pode perguntar,  deixe no comentário aqui no final do texto, via e-mail joycesouza.psico@gmail.com (com o assunto pergunte ao psicólogo) ou na parte direita do Blogo em "entra em contato comigo".

VEJA TAMBÉM:

Como assim psicólogo não pode dar conselho?!

5 diferenças entre conversa de amigos e psicoterapia

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Sobre Ansiedade. Da série: Perguntas dos leitores.


Esse texto abre série: "Perguntas dos leitores". Recebo perguntas dos leitores e muitos perguntaram sobre ansiedade. 

                                                                                                                Imagem tirada da internet

Antes de ler o texto você percorreu todo ele para ver o quanto ele é longo? Pode estar ansioso para entender logo sobre esse assunto ou sem muito tempo para introdução e quer ir logo ao finalmente, comportamento comum hoje em dia, onde tempo é dinheiro, onde estamos super atarefados, não podemos de deixar de checar as redes sociais, as mensagens de whatsApp, e o vídeo mais comentado no YouTube.

Ansiedade é um sentimento normal diante de situações ameaçadoras ou por um evento que tenha muita expectativa. Esse sentimento desperta pensamentos do que pode vir acontecer, se bem utilizado ele é benéfico, é importante antecipar eventos para se precaver caso seja necessário. Porém, se é um sentimento muito intenso que causa sintomas físicos e atrapalha no dia a dia precisa ser cuidado.

Origem

Ansiedade pode ser consciente, ou seja, você sabe porque está se sentindo e consegue explicar, ou inconsciente, é aquela que você não consegue entender porque está se sentindo tão ansioso. A ansiedade que não consegue entender ou explicar para conseguir entender é preciso um processo de psicoterapia ou psicoterapia breve, dependendo do caso, para conseguir identificar a origem.

Agora, você consegue identificar se sua ansiedade é consciente ou inconsciente. 

Há  possibilidade de a ansiedade ter origem genética, neste caso desde de a infância há manifestações de ansiedade.


                                                                                                                Imagem tirada da internet

Sintomas

A ansiedade pode ter sintomas físicos: insônia, sudorese, mãos tremulas, aceleração do coração, dores no peito, dores no estômago, tensão muscular entre outros.

E sintomas psicológicos: medos irracionais, apreensão, preocupação excessiva, medo de tudo sair do controle, pensamentos catastróficos entre outros.

Se você identificou que tem os sintomas físicos mencionados e percebe que é com muita frequência é necessário procurar uma orientação de um profissional. O psicólogo ajuda a entender a origem e aos poucos ajudando o paciente a diminuir a ansiedade. Caso seja um transtorno de ansiedade o psicólogo encaminha para o psiquiatra, pois será necessário medicação. Ainda com medicação é importante fazer a psicoterapia.

E como lidar com a ansiedade?

Não existe fórmula mágica. É importante compreender como é a sua ansiedade? Para conseguir lidar com a ansiedade existem exercícios, porém a forma mais eficaz de ajudar é a psicoterapia. Dependo da gravidade, como já informado, é necessário medicação e para isso é necessário procurar um médico psiquiatra.


Segue algumas dicas que podem ajudar.

Respiração

                                                                                                                Imagem tirada da internet
 
 Quando começar os sintomas foque na respiração. Respire fundo e devagar.  Tente ouvir sua inspiração e expiração. Os pensamentos devem estar focado na respiração.

Concentre-se. Procure fazer esse exercício por dez minutos.

                                                                                                                 Imagem tirada da internet

 A ansiedade tem relação com preocupações futuras e geralmente o ansioso quer controlar tudo, manter tudo sobre o devido controle para que nada de errado aconteça.  Claro que podemos fazer de tudo para evitar inconvenientes, mas é importante considerar que imprevistos acontecem e se souber lidar de maneira saudável o imprevisto pode virar algo muito melhor do que esperava. Procure ser flexível com imprevistos.

Entender que tudo está sob controle assim no pé da letra pode estar sendo prepotente. 

A tendência de o ansioso querer controlar tudo que o cerca pode estar relacionado a tentativa de organizar internamente, ou seja, pode estar se sentindo confuso e organizando tudo que o certa ajuda a sentir-se aliviado por alguns momentos. 

                                                                                                             Imagem tirada da internet
 Você está inseguro! Primeiro passo reconheça. Procure entender porque está inseguro. Verifique se suas inseguranças tem elementos reais. Procure melhorar suas habilidades para se sentir mais seguro. Procure reconhecer suas qualidades.

Caso negue sua insegurança irá agravar ainda mais o estado ansioso. É difícil reconhecer que é inseguro, mas se conseguir fazer isso é um passo importante para diminuir a ansiedade.

É importante reconhecer perdas e aprender ligar com elas. Há aquele ansioso que não consegue tolerar a perda e tem dificuldades de lidar com frustrações. Tudo isso é possível melhorar em um processo de psicoterapia.

Quer saber mais? Indico o site  De bem com a Ansiedade . Clique em "De bem com a Ansiedade" e conheça o site focado somente neste assunto.

 Se quiser perguntar também entre em contado através do e-mail joycesouza.psico@gmail.com, deixe um comentário no final do texto e ou no próprio Blog no lado direito da tela.

VEJA TAMBÉM:

Dicas para melhorar a autoestima

Sua tristeza tem valor? 

Dependência Emocional

 

 



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

5 diferenças entre conversa de amigos e psicoterapia

Muito comum às pessoas entenderem que uma conversa com a aquele amigo que te entende ou aquela pessoa experiente vai substituir uma sessão com um psicólogo. Essa compreensão está relacionada à falta de conhecimento sobre o que é um processo de psicoterapia. E ainda que psicólogo irá dar conselhos e com amigos consigo conselhos sem custo.

Vamos entender melhor a diferença entre conversa de amigos e psicoterapia.

 1. Conselho de amigo x Conselho do Psicólogo.



Muitos acreditam que psicólogo fornece conselhos e porque não pedir então a um amigo? Afinal,  não haverá custo!  O papel do psicólogo não é aconselhar clique aqui e verá os motivos.

Um amigo pode dar conselhos, um conselho de um amigo ou parente estará relacionado à experiência de vida que ele teve e que pode ajudar ou não. Um psicólogo irá ajudá-lo a desenvolver formas de lidar com a situação que está vivendo, promoverá autoconhecimento que ajudará a compreender a situação com maior propriedade e desenvolver autonomia algo que o conselho não ajudará.

Um ponto importante é seu amigo ou parente pode não identificar que você tem uma depressão, por exemplo, pode aconselhar você a dar valor ao que tem, quando não se consegue fazer isso devido a depressão.

Um conselho de um amigo pode valer muito dependendo da situação. Uma orientação psicológica favorecerá o desenvolvimento pessoal.

Exemplo: uma amiga pode tentar alertá-la que você tem sempre se comportado de uma forma que não lhe traz boas consequências. Um psicólogo pode te ajudar a entender porque sempre tem esse comportamento.


2. Escuta diferenciada



Muitos tem aquele amigo ou amiga, mãe, parente que o entende como ninguém. Que você conta tudo e esta pessoa está sempre lá para te ajudar. É muito saudável ter com quem compartilhar nossos momentos sejam eles bons ou ruins.

O profissional da psicologia irá ouvi-lo de forma diferente, muito diferente daquela pessoa tão especial que confia. Como assim? O psicólogo ouve sem julgamentos, de forma mais neutra possível e com conhecimento de técnicas científicas conseguimos compreender o funcionamento mental e o comportamento apresentado por cada paciente. É observado o que está nas entrelinhas, o gesto, o que não é dito e conteúdos que o paciente não consegue identificar nele mesmo.

3. Julgamento


Mesmo sem intenção aquela pessoa que você confia muito, naturalmente, ela pode te julgar. E seus conselhos será baseado nestes julgamentos e preconceitos. Já no processo de psicoterapia o psicólogo não julga. Procura compreender seu comportamento e ajuda você mesmo se entender a fim de conseguir identificar a melhor forma de lidar com a situação apresentada.

4. Alívio


 Como é gostoso desabafar promove um alívio depois. E como é bom rir de tudo com amigos. Depois daquela conserva que pode até ter começado tensa, mas foi aliviando e no final riram muito como é gostoso!  E por isso muitos fazem associação com psicoterapia. A psicoterapia é um processo, envolve muitas vezes tocar em assuntos que causa desconforto, nem sempre uma sessão é um alívio. Entretanto, esse desconforto é necessário para o processo desenvolver e promover melhora, amadurecimento e promover bem estar ao paciente. Uma conversa de amigos é saudável, muito bom poder ter com quem contar e ter esse momento de alívio, no processo psicoterápico há ganhos mais profundos que um alívio momentâneo.
 

5. Desabafo


Naquele momento em que há tensão, ansiedade, estresse, nervoso e não consegue se conter, como é bom ter aquela pessoa para despejar toda essa angustia. Pode ocorrer de seu amigo ficar sem palavras e não saber lidar com todo conteúdo passado pra ele, claro que o fato dele estar com você ouvindo já ajuda muito! Entretanto, um psicólogo neste momento poderá ter recursos que auxiliará, lhe dará um apoio, terá maior ferramenta para conseguir ajudá-lo a restabelecer.

No momento de desabafo com um amigo ele te ouvirá e procurar te apoiar. Um psicólogo te ouvirá de uma forma diferenciada, neutra, e nesse movimento seu será conteúdo que o psicólogo conseguirá compreende-lo ainda mais.


E estes são as cinco principais diferenças entre psicoterapia e conversa de amigos, há outras. Se tiver interesse em saber mais entre em contato comigo ou compartilhe.

Esta publicação é informativa sem fins terapêuticos.

Joyce Cristina de Souza Leite
Psicóloga Clínica. Especialista em Psicoterapia Breve Operacionalizada.
CRP 06/113205